terça-feira, 19 de outubro de 2010

O que realmente interessa não é o que trabalhas MAS SIM O QUE PRODUZES! QUE VALOR ACRESCENTAS!

... de acordo com esta métrica: VALOR ACRESCENTADO, a maior parte do "mexilhon" ainda devia era pagar para trabalhar!

... e a redução constante do número de horas de trabalho premiados com aumentos salariais...

E o tempo que o Pobo passa de férias... NÃO ESTÁ A TRABALHAR NÃO DEVE RECEBER!

Think for Yourself - Question Authority

Viva,

Só posso fomentar um dos pilares de que sou regido:



Não é por nada que considero uma das melhores bandas do mundo: Tool.

Abraços,
César Pinto

Aprendam a tirar o que não existe?

O Teu 13º Mês Não Existe -FAZ AS CONTAS ( VERDADE OCULTA )

Os ingleses pagam à semana e claro, administrativamente é uma seca! Mas ... diz-se que há sempre uma razão para as coisas! Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa. Que é esta que constroi mitos paternalistas e abençoados que a malta mais pobre, estupidamente atenta e obrigada, come sem pensar!


Uma forma de desmascarar os brilhantes neo-liberais e os seus técnicos (lacaios) que recebem pensões de ouro para nos enganarem com as suas brilhantes teorias...

Fala-se que o governo pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º mês.

Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.

Perguntarão porquê.

Respondo: Porque o 13º mês não existe.

O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista,
e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.

Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.

Suponhamos que você ganha € 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses,
você recebe um total de € 8.400,00 por um ano de doze meses.

€ 700*12 = € 8.400,00

Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o conhecido 13º mês.

€ 8.400,00 + 13º mês = € 9.100,00

€ 8.400,00 (Salário anual) + € 700,00 (13º mês) = € 9.100 (Salário anual mais o 13º mês)

O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.

Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer umas simples contas
que aprendeu no 1º Ciclo:

Se o trabalhador recebe € 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana € 175,00.

€ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = € 175,00 (Salário semanal)

O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos € 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será € 9.100,00.

€ 700,00 (Salário semanal) * 52 (número de semanas anuais) = € 9.100.00

O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º mês

Surpresa, surpresa ? Onde está portanto o 13º Mês?

A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse facto simples.

A resposta é que o patrão lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias,
outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas)
o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º mês, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.

Se o governo retirar o 13º mês aos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.

Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes. Não existe nenhum 13º mês.
O patrão apenas devolve o que sorrateiramente lhe surrupiou do salário anual.

Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.

Abraços,
Canzana

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

JANTARADA!!!!

Caros Jovens,

Jantarada amanha em Vizela City.
Confirmações o mais rápido possível.
Quem gostar de arroz de pato que avise porque vai-se mandar fazer.

TUDO DE BOM!!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Plano para salvar Portugal da crise em 14 passos

Plano para salvar Portugal da crise em 14 passos


Passo 1:

Trocamos a Madeira e os Açores pela Galiza, mas os espanhóis têm de

levar o Sócrates.


Passo 2:

Os galegos são boa onda, não dão chatices e ainda ficamos com o dinheiro
gerado pela Zara (é só a 3ª maior empresa de vestuário).

A indústria têxtil portuguesa é revitalizada.

A Espanha fica encurralada entre os bascos e o Sócrates.


Passo 3:

Desesperados, os espanhóis tentam devolver o Sócrates.

A malta não aceita.


Passo 4:

Oferecem também o País Basco.

A malta mantém-se firme e não aceita.


Passo 5:

A Catalunha aproveita a confusão para pedir a independência.

Cada vez mais desesperados, os espanhóis devolvem-nos a Madeira e os Açores
e dão-nos ainda o País Basco e a Catalunha.

A contrapartida é termos que ficar com o Sócrates.

A malta arma-se em difícil, mas aceita.


Passo 6:

Damos a independência ao País Basco.

A contrapartida é eles ficarem com o Sócrates.

A malta da ETA pensa que pode bem com ele e aceita sem hesitar.

Sem o Sócrates, Portugal torna-se um paraíso e a Catalunha não causa
problemas.


Passo 7:

Afinal a ETA não aguenta o Sócrates e o País Basco pede para se tornar
território português.

A malta faz-se difícil mas aceita (apesar de estar lá o Sócrates).


Passo 8:

Fazemos um acordo com o Brasil.

Eles enviam-nos o lixo e nós mandamos-lhes o Sócrates.


Passo 9:

O Brasil pede para voltar a ser colónia portuguesa.

A malta aceita e manda o Sócrates para os farilhões das Berlengas, apesar
de as gaivotas perderem as penas e as andorinhas do mar deixarem de pôr
ovos.


Passo 10:

Com os jogadores brasileiros, mais os portugueses, Portugal torna-se campeão
do mundo de futebol!


Passo 11:

Os espanhóis ficam tão desmoralizados que nem oferecem resistência quando os
mandamos para Marrocos.


Passo 12:

Unificamos finalmente a península ibérica sob a bandeira portuguesa.


Passo 13:

A dimensão extraordinária adquirida, que une a península e o Brasil,
torna-nos verdadeiros senhores do Atlântico.

Colocamos portagens no mar, principalmente para os barcos americanos, que
são sujeitos a uma sobretaxa tão elevada que nem o preço do petróleo os
salva.


Passo 14:

Economicamente asfixiados, eles tentam aterrorizar-nos com o Bin Laden, mas
a malta ameaça enviar-lhes o Sócrates e eles rendem-se incondicionalmente.

Está ultrapassada a crise!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Imigra

Antes de mais os meus parabéns atrasados godfather. Pois é meus caros amigos, aqui estou eu nas holandas a tentar cavar a minha trincheira. Não está fácil, pois quando se têm um filho tudo se torna mais demorado. Primeiro tenho de por a Beatriz num infantário, o que demora pelo menos um a dois meses a arranjar vaga e só depois posso começar a trabalhar. Apesar disso tudo para já estou a gostar bastante do estilo de vida que eles têm [andar de carro é um perigo, as bicicletas parecem baratas, vêm de todos os lados e têm sempre prioridade]. Acho que vou fazer exercício pelos anos todos que estive no sedentarismo, é que aqui praticamente todos praticam pelo menos um desporto. Tenho de ir tratar de umas papeladas por isso um abraço pa todos.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Parabéns GodFather (a minha prenda para ti)

Viva GodFather,

Tens aqui a minha prenda nos teus anos:

Imagina que é um GTI, o nosso caro e prezado amigo Inginheiro a conduzir e os berros do individuo a nossa humilde opinião sobre o nosso querido amigo.

Penso que não tens que fazer um esforço muito grande para conseguires imaginar, nem é uma ilusão muito fora de uma possível realidade.

Cá vai:



Abraços,
Canzana

Vale a pena lêr (Miguel de Sousa Tavares)

Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.
Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!

Parabéns GodFather

Viva,

MUITOS PARABÉNS!!!!!!

GodFather, já tenho o próximo sábado reservado para a tua festa! :-)

Abraços,
Canzana

Parabéns MiniMike!

Parabéns GODFATHER!
:)
Fica também aqui o registo.
Amanhã jantamos todos para festejar o aniversário do Mike?

Um abraço para todos menos para o Inginheiro

Para quando a tua jantarada de anos?

MUITOS PARABÉNS GODFATHER MIKE!!!!!!

sábado, 9 de outubro de 2010

Tenho vergonha e nojo desta merda...

Viva,

Pf vejam o link

http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=74729

Explorem o site através da pesquisa e vão ficar maravilhaos...

Abraços,
Canzana