terça-feira, 22 de janeiro de 2008

uuuuuuuusssssssssssssaaaaaaaaaaa

Caro Muri, apesar do conto pseudoficcional ter a sua piada, nao acho acho que tenhas o direito de o escrever :), pois nao foste ao jantar (como sempre - houve alguém que se casou?). mas és um gajo fix. um abraço.

Quanto ao rui (rui está escrito com letra minuscula reflectindo o que ele é) a sua atitude é de lamentar e tem que ter mais cuidado quando fala das pessoas da maneira que só ele sabe (deve fazer parte da realeza lá do conde ramiro) pois um dia vai-te sair caro. (INTERPRETA ISTO COMO ACHARES MELHOR).
PS: um advice, nao fales assim dos meus melhores amigos (que por acaso são como se focem da minha familia), no MEU restaurante. Espero que lhes tenhas pedido desculpa, nao é que vá adiantar muito pois estamos todos fartos da tua arrogância, mas sempre ia ajudar um pouco.

Fut no domingo passado:
foi gande jogo, com gandes fintas e gandes malhos.
Comentários ao jogo:
-pedrito(nota 7), boa resistencia, lutador (parece uma carraça
mas do tamanho de um camião), marcou alguns golos mas necessita
de afinar a sua pontaria;
-ringo(nota 8), fraca resitencia, remate rasoavel, marcou alguns
golos, técnica rasoavel, mas é lixado marcar golos;
-tó(nota 6), resistencia de merda, boa técnica, não marca golos,
boa técnica nos malhos;
-tiago(nota 8),muito boa técnica, bom remate, marca alguns
golos, resistencia de merda, estupidifica de vez em quando com
a merda dos remates, merdoso no que toca á a arte de guarda- redes;
-joão(nota 7), melhorou a sua raça em relação ao ultimo jogo,
técnica rasoavel, boa resistencia, remate um pouco defeituoso,
bons reflexos que lh permite jogar bem á defesa, marcou alguns
golos;
-vasco(nota 8), técnica acima da média,remate um pouco defeituoso
devido á merda das sapatilhas(estou a fazer um peditório para
comprar umas sapatilhas novas pois ele não pode - nif.6969696969)
marca muitos golos mas tb remata bastante, muito nervoso e
agressivo (cuidado que ele morde),muito boa resitencia,
-tuca(nota 8), técnica acima da média quer com a bola quer a dar
tralhos, bom remate mas chuta pouco, marca alguns golos,
resistencia um pouco merdosa, um pouco defeituoso na baliza.



Ao resto do pessoal um gande abraço.

Tripod No More

O pussy repelent já não tem 3 colhões, desfez-se dessa aberração anatómica que a natureza lhe ofereceu e, que era a sua característica primordial; agora não passa de um gajo. No entanto, o Kurki (o seu principal cliente) já fez o favor de lhe comprar o colhão extra, uma vez que os seus involuiram durante a puberdade; agora não passa de um curca unipod. Ambas as operações decorreram sem imprevistos, com a excepção de no caso do Kurki ter havido alguma confusão na determinação do género ("está frio", disse ele, e os médicos riram-se como uns perdidos). No fim, decidiu convidar toda a gente para jantar, como agredecimento pelos serviços prestados, "eu pago o meu caros colegas" disse um Kurki todo entumescido. Por se tratar de uma ocasião especial, decidiu tirar a roupa de domingo do cofre, e emperigaitou-se todo. Chegou ao restaurante atrasado, porque havia bastantes arrumadores nas redondesas, tendo que estacionar a viatura a alguns quarteirões de distância. Quando finalmente entra na sala, faz-se silêncio seguido de risota total, "ó Rui não sabiamos que era para vir mascarado, não disseste nada; já agora, deixa-me adivinhar, estás fantasiado de daltónico", o Kurki aquiesceu, e aninhou-se no canto da mesa. Não começou bem a refeição, pois o empregado como ditam os bons costumes, começou por servir as senhoras, toda a gente se indignou pelo Kurki ter sido esquecido, ameaçando abandonar o restaurante, mas como se tratava de uma suposta borla resistiram. Por se sentir diminuído, e por apresentar um complexo de inferioridade considerável decidiu pedir o vinho mais caro, e mais comida que a que consegue digerir numa semana. Toda a gente se admirou com a performance do Kurka, "ó Rui tu comes como um lorde", o kurka corrigiu: "não, eu como como um conde". Infelizmente para todos, o Kurka também paga como um conde, e depois de se lembrar que os seus habituais agentes de crédito não estavam presentes, decidiu fugir na altura de pagar a conta. Correção, fugir era d'homem. O kurka escapuliu-se com a máquina do multibanco sem autorização, e digitou aquilo que achava justo, pensou "que se fodam, eles que paguem a minha bebida, que eu tenho que pagar a bebida do GTI". E desta forma se ausentou o Kurki, com mais um calote na marreca. No dia seguinte acordou bem cedo para ir à missa, confessar ao padre que o molestou durante a infância, os seus pecados. A sentença foram 3 pais nossos e 3 avés maria; e depois de cumprida, tudo voltou a fazer sentido no mundo pequenino do Curca, que ainda é mais pequeno que o que ele pensa.

Um conto pseudoficcional.
À moda do Muri, um abraço para todos menos para o inginheiro.

sábado, 19 de janeiro de 2008

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

O homem às vezes tem alguma razão! (abraço para o Inginheiro)

A Lenda D. Gaia e D. Ramiro


Durante o predomínio dos árabes, foi este Castelo habitado por Abencadão Alboazar, a qual, ousadamente, conseguiu apossar-se de D. Gaia mulher de D. Ramiro I, de Leão., segundo o referido pelo conde D. Pedro, filho bastardo do Rei D. Dinis.

E como este sucesso é cantado e recontado, tradicionalmente, pelas habitantes da antiga CALE, entendemos que ele deve ser bem conhecido e rememorado por todos os Gaienses.

D. Ramiro, ao saber que sua esposa estava encerrada no Castelo de Gaia, resolveu vir libertá-la.

E, neste propósito, embarcou num porto das Astúrias, com destina ao Douro, acompanhado de seu filho D. Ordonho e por muitos vassalos.
Desembarcou na praia de Afurada, recomendou, a seguir, ao seu filho e aos seus soldados que lhe acudissem, quando ele fizesse toques com a sua buzina. E, depois, disfarçando-se em peregrino, foi para uma fonte, que havia perto do Castelo. (35).

Decorrido pouco tempo chegou à fonte uma moura, que disse estar ao serviço da Rainha D. Gaia.

D. Ramiro, então, pediu-lhe que a deixasse beber do jarro que a mesma trazia e, sem esta dar fé, deitou-Ihe dentro um anel.

D. Gaia, ao deitar a água numa bacia, viu cair a anel, e lago o reconheceu como de seu marido.
Aflita, chamou a moura e disse-lhe que fizesse por encontrar o peregrino a quem dera de beber e a levasse ao Castelo.

D. Ramiro, diante de sua mulher, propôs-lhe para que o acompanhasse; porém, ela, toda arrogante, perguntou-lhe:
- D. Ramiro, quem te disse que eu estava aqui?
O Rei Leonês, meigo e amorosamente, respondeu-lhe:
- O teu amor.
D. Gaia, já em tom colérico e imperioso, replicaria:
- Pois vais morrer!
D. Ramiro ficou sucumbido perante a atitude de sua esposa; mas cobrando ânimo., respondeu-lhe altivamente:
- A minha morte, para ti, é uma pequena maravilha.

D. Gaia, então., chamou dois gigantes mouros e mandou encerrar seu esposo, num quarto, com a recomendação de ninguém lhe dar de comer, nem de beber; porém, a escrava moura, ao ouvir a determinação da Rainha, e condoendo-se do infortúnio de D. Ramiro, conseguiu levar-lhe alguns alimentos.

Estava D. Ramiro, na prisão, a sofrer o seu desespero pela dura traição de sua esposa, quando soube que chegara da caça o régulo Abencadão, a que lhe foi comunicado por um mouro que o vigiava.

D. Gaia, depois de Alboazar ter jantado, perguntou-Ihe:
- Meu querido! Se tu tivesses aqui D. Ramiro, a que lhe fazias?
- Matava-o – respondeu.

Então. D. Gaia, deitando um amoroso olhar ao régulo, mandou buscar D. Ramiro.

Abencadão, surpreendido com a presença do Rei Leonês no seu Castelo, perguntou-lhe com a mais autoritária arrogância árabe:
- D. Ramiro, como ousaste vir aqui?

O soberano leonês, rodeado por dois mouros, conteve a sua indignação à altivez como se lhe dirigia o régulo.
E, em tom submisso, respondeu-lhe:
- Vim ver minha mulher, a quem raptaste, quando tu havias feito tréguas comigo; e, por isso, de ti nada me guardava.

Abencadão, depois de lançar os seus olhares sabre D. Gaia, disse-lhe:
- D. Ramiro, vais morrer; mas atendendo a que és um rei, quero que me digas que morte me darias, se eu ousasse entrar nos teus Paços sem tua autorização.

O Rei Leonês, lívido, e prevendo que a sua vida estava por horas, respondeu obtemperadamente:
- Eu te daria um capão assado, e urna regueifa para comeres, e o vinho que quisesses beber.
Depois abriria as portas do Castelo para entrar toda a gente para te ver morrer; mas antes de seres morto, far-te-ia subir a um padrão, onde havias de tocar urna buzina, como esta, que trago comigo, até não teres mais fôlego.

Abencadão, ao ouvir tão extraordinária sentença, falou com D. Gaia e, cheio de arrogância, retorquiu-lhe:
- Vais ter a mesma morte que me darias.

E, neste propósito, ordenou que dessem de comer e beber a D. Ramiro e mandou erguer, na praça do Castelo, o padrão.

D. Ramiro, angustiado, pouco ou nada comeu, nem bebeu.

No seu ânimo, porém, renascia urna repulsa contra a sua mulher que, ali, mostrava todo o seu prazer em vê-lo nas garras do mouro, que ela tanto demonstrava amar.

No entretanto as portas do castelo foram abertas e franqueadas a toda a gente, para ver tocar, na buzina, e depois, morrer, o rei D. Ramiro I, de Leão.

Quando Abencadão, com a Rainha, tinham escolhido um melhor local para verem D. Ramiro tocar na buzina até o fôlego se lhe acabar, foi o Rei Leonês solto e chamado para subir ao padrão.

Porém, D. Ramiro ao ver que sua mulher estava junto do régulo mouro, disse para este:
- O padrão é baixo, pedia-te que, antes, me deixasses subir ao cimo do teu Castelo, para que toda a gente me visse e, também, ouvisse os toques da minha buzina.

Abencadão, depois de obter o assentimento de D. Gaia, permitiu, então, que D. Ramiro subisse ao alto do Castelo.

O filho de D. Ramiro e os seus soldados estavam, naquela ocasião, próximos do Castelo; e, assim que o Rei Leonês deu os primeiros toques, acorreram com tal ímpeto que, breve, dominaram toda a guarnição mourisca que rodeava Abencadão.

O régulo mouro, surpreso, tentou resistir, mas caiu inerte, para sempre, – trespassado por urna espada.
D. Ramiro, sentindo-se vitorioso, desceu à praça do Castelo e, com a sua espada cooperou no morticínio dos mouros ali presentes, inclusive os próprios menores.

E – conta o conde D. Pedro –, não ficou em essa Vila de Gaia, pedra sobre pedra, que tudo não fosse em terra. (36)

Almeida Garrett, no seu poema Miragaia, informa que D. Ramiro depois de mandar sua mulher e as servas para o areal fronteiro, mandou deitar o fogo ao Castelo; e, a D. Gaia, deu-lhe o fim trágico, contado nas seguintes quadras:

Perguntas-me o que miro!
Traidor rei, que hei-de mirar?
As torres daquele alcácer
Que ainda estão a fumegar.

Pois mira, Gaia. E dizendo
Da espada foi arrancar;
Mira, Gaia, que esses olhos
Não terão mais que mirar!

Foi-lhe a cabeça dum talho
E, com o pé, sem olhar,
Borda fora empunha o corpo...
O Douro, que os leve ao mar!

Do estranho caso ainda agora
Memória está a durar.
Gaia, é o nome do castelo
Que, ali, Gaia, fez queimar

Ainda, hoje, está dizendo,
Na tradição popular,
Que o nome tem Miragaia,
Daquele fatal mirar. (37)

«Dos cinco aos dez anos – diz o autor de «Frei Luís de Sousa» – vivi, com meus pais, numa quinta chamada O Castelo, e que se diz tirar esse nome das ruínas que ali jazem do Castelo.

«Na ermida da quinta se venerava urna antiquíssima imagem de Nossa Senhora com a mesma invocação do Castelo.
«Muitas vezes brinquei na fonte do Rei Ramiro; e tenho ideia de me haver custado caro, outra vez, o eu imitar com urna gaita da feira de S. Miguel os toques da buzina de Sua Majestade Leonesa, empoleirando-me, corno ele, num resto da muralha velha do Castelo.
«Algumas cópias são textualmente conservadas da tradição popular e se contam no meio da história rezada, ainda hoje repetidas por velhas e barbeiros do lugar.
«...É a mais antiga reminiscência da poesia popular que me ficou da infância, porque eu abri os olhos à primeira luz da razão nos próprios sítios em que se passam as principais cenas deste romance: Miragaia.»

Além deste notável depoimento, há, mais, sobre a aventura de D. Ramiro, o poema que, sob o título O Castelo de Gaia, publicou, em 1601, João Vaz e também o poemeto feito pela insigne Bernarda Ferreira de Lacerda, na língua de Cervantes, publicado no volume Espanha Libertada, em 1618.
Nestes poemas, é a figura de D. Ramiro bem exaltada e o seu feito engrandecido.

Em 28 de Dezembro de 1850, a Câmara de Gaia, tendo elaborado o seu escudo de armas, resolveu enviá-lo, acompanhado de uma representação à rainha D. Maria II, em que indicava:
«...e para cor local da legenda popular, sairá do centro desta coroa um guerreiro armado, embocando uma buzina, simbolizando o rei Ramiro, quando libertou sua esposa D. Gaia, roubada pelo régulo Alboazar.»
Verifica-se, pois, que tanto por parte de insignes poetas, como pelos vereadores municipais de há um século, continua bem firme a aventura de D. Ramiro, feita nas terras de Gaia.
E, assim, o indómito rei D. Ramiro figurou no brasão de armas de Gaia, em visível lugar de honra, até à publicação da portaria governamental n.º 7883, de 8 de Setembro de 1934, que determinou o uso de um novo brasão, elaborado sob as regras heráldicas.
Todavia, neste novo escudo municipal de Gaia, vemos que, D. Ramiro, novamente, tomou o seu lugar, apresentando-se ricamente vestido com um gibão vermelho, a tocar uma buzina de oiro, no cimo do Castelo, como que a dizer a todos os filhos de Gaia:
- Gaienses! Há cerca de seis séculos, depois que D. João I, no ano de 1384, sujeitou a vossa querida terra à fronteira cidade, os filhos do burgo portuense, talvez despeitados por possuirdes um grandioso Castelo romano, vieram destruiu-lo.
Todavia, o vosso querido castelo figurou, galhardamente, no brasão do vosso município até ao momento em que foi substituído pelo que, agora, tendes em vigor.
E, como vós neste novo brasão da vossa terra, me confiaste, à minha guarda, o castelo que nele figura, dou-vos a minha palavra de rei que hei-de velar pela perpetuidade deste monumento, por ele representar aquele que os romanos ergueram na vossa antiga CALE.
Tenho, como vós, um grande desejo deste célebre monumento ser bem revivido, não só para honra vossa, como por tanto me lembrar que nele estive, e onde toquei, na minha buzina, para salvar-me das garras do mouro Alboazar.
Grato à nova buzina de oiro, que me oferecestes, eu, como sempre, continuarei a tocar com todo o poder dos meus pulmões:
Oh! Antiquíssima Cale, Deste o nome a Portugal!

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(35) Esta fonte já não existe. Foi incorporada, com o terreno que lhe era anexo, na propriedade da firma Guimarães & Cª, hà cerca de seis lustros.
Em 15 de Janeiro de 1384, o mosteiro de Pedroso arrendou a Gonçalo Anes uma casa que estava a par da fonte do Rei Ramiro. Pergaminho n.º 151 do Arquivo da Universidade de Coimbra.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

um bocado de reggae para a cultura do million







grande cu!!

Nina simone

Grande cu!!

Como o Pussy chula o Inginheiro

Finalmente percebi o esquema do Pussy.
Não vou sequer comentar.
As imagens falam por si..



Só fica uma questão? 100 Cts por uma merda dessas?
E o burro sou eu?

Treino do olhar

Presépio da selecção

Explicação simples
Será?...
Que tem o Natal a ver com a selecção de Futebol?

...descubra em entrada estendida.
Esta é a verdadeira explicação para a irritação na conferência de
imprensa que tornou mundialmente famosa uma frase de Luís Filipe
Scolari: "O burro sou eu?".

Consta que tudo se terá passado da maneira seguinte:

Findo o jogo com a Finlândia, em pleno balneário do Estádio do Dragão,
no meio da euforia, terá decorrido o seguinte diálogo:

Ricardo: Eh, malta. E se, para comemorarmos o apuramento para o
Euro2008, este ano fizéssemos um presépio humano no Estádio Nacional?
Simão Sabrosa: Boa! Eu faço de Menino Jesus.
Nuno Gomes: E eu, de Nossa Senhora.
Miguel Veloso: Eu tenho barba, posso fazer de São José.
Quaresma: E eu, tenho que ser um dos Reis Magos.
Nani e Deco: Nós também!
Cristiano Ronaldo: Eu vou ser a estrela polar!
Gilberto Madaíl: Eu não me importo de fazer de vaca, afinal, é um
animal sagrado nalguns países, como a Índia e nalgumas instituições,
como a Federação Portuguesa de Futebol.
Scolari: Ué, e o burro? O burro sou eu?

fuck you!!

I Kill You!!!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

uuuuuuuusssssssssaaaaaaaaa

MURI vai-te foder mais os locais para fumar mete o cigarro pelo buuuuuuujão acima, venham jantar D. Melosinha na sexta. E nem venhas com merdas do genero, esta mais caro, servem pouca comida, blá blá blá. come e bebe menos.





Resto do Clã:



Tá tudo seus burros, agora só o canga e o muribundo é que dixam marca no blog??????????



Quanto ao fut, as palavras sábias, cheias de mestria do SR. Canga revelam os nossos fantasticos jogos e como no domingo passado o joga foi adiado devido as condições atmosféricas nao favorecerem as reviengas dos mais dotados tecnicamente, foi marcado então para este proximo domingo pelas cinco e um quarto.

Ps: set7 acho que neste domingo é o dia de saíres á rua. se nao apareces seu burro........................ .


Sem mais nada a comentar por enquanto vai um abraço pó pessoal.

Jantar

Caro Clã,
Esta semana vamos jantar? Quarta ou sexta?
O que dizem?
É escolher o local com base neste blog:
www.locaispermitidofumar.blogspot.com/

Um abraço para todos menos para o Inginheiro